Câncer de boca
Diversas lesões podem aparecer na região da cavidade oral, como por exemplo aftas, lesões traumáticas, cistos e até mesmo lesões malignas.
O que causa o câncer na boca?
O tipo mais comum de câncer que acomete a região da cavidade oral é o carcinoma espinocelular (CEC). Os principais fatores de risco para o surgimento desse câncer são:
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Cigarro e bebidas alcoólicas: são os principais fatores de risco e, quando associados, aumentam ainda mais a chance de surgimento do tumor.
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Má higiene oral.
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Traumas de repetição: mordedura crônica (bochechas e língua), próteses dentárias mal adaptadas.
Quais são os sintomas do câncer na boca?
Os sintomas podem variar dependendo do tamanho e localização do tumor. Os mais comuns são:
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Ferida que não cicatriza por mais de 15 dias (lábios, gengivas, língua, palato duro)
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Dor/dificuldade para comer
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Aumento dos gânglios do pescoço
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Perda de peso
Como é feito o diagnóstico do câncer na boca?
O diagnóstico é baseado na investigação através de uma avaliação completa do paciente e biópsia da lesão suspeita.
Através da anamnese completa são avaliadas informações como o tempo desde o surgimento dos sintomas, informações em relação a fatores de risco, como por exemplo o abuso de cigarro e álcool ou próteses dentárias mal adaptadas.
Também é realizado um exame físico direcionado através da oroscopia para avaliação não apenas da lesão em questão mas da cavidade oral completa, além da palpação do pescoço em busca de gânglios aumentados.
Para confirmação diagnóstica, é realizada uma biópsia da lesão suspeita para análise anatomopatológica.
Alguns exames complementares são solicitados para estadiamento da doença, como por exemplo tomografia computadorizada do pescoço e tórax com contraste endovenoso, laringoscopia, endoscopia digestiva alta e broncoscopia.
O câncer na boca tem tratamento?
Sim! O tratamento deve ser individualizado, sendo baseado principalmente na localização e estadiamento do tumor (tumores iniciais ou avançados), além das condições clínicas e individualidades de cada paciente.
O tratamento é cirúrgico e consiste na ressecção da lesão primária, com fechamento simples ou com auxílio de retalhos a depender do tamanho do tumor. Além disso, a maioria dos casos é acompanhada do esvaziamento cervical, cirurgia que consiste na retirada dos gânglios do pescoço. Tumores maiores necessitam de cirurgias de maior porte ou, nos casos avançados, tratamentos não cirúrgicos como a radioterapia associada à quimioterapia.
O que fazer para evitar o câncer na boca?
Hábitos de vida saudáveis, como boa alimentação, atividade física regular, além de evitar o consumo de cigarros e bebidas alcoólicas, são imprescindíveis para uma saúde equilibrada. Além disso, boa higiene oral e tratamento ortodôntico em caso de mordeduras crônicas da bochecha ou língua.
Agende uma consulta
É importante estar atento aos sinais e consultar um médico especialista em caso de dúvidas ou sintomas persistentes.
O tratamento de escolha deve ser individualizado, levando em consideração as particularidades de cada indivíduo e de sua doença. Cada paciente é único e cada caso deve ser avaliado individualmente, levando sempre em consideração expectativas, medos e a medicina baseada em evidência.
Dra. Cindel Zullino
Clínica de Cabeça e Pescoço em São Paulo - SP
Cirurgiã de Cabeça e Pescoço formada pela USP, especialista em Oncologia Cirúrgica de Cabeça e Pescoço. Atendimento individualizado, baseado em evidências científicas, com acolhimento e atenção em toda a jornada de cuidado da saúde.
Saiba mais sobre a Dra. Cindel Zullino.
Dra. Cindel Zullino
CRM:182.765 | RQE: 99089 | RQE: 95437
Tratamentos de Cabeça e Pescoço
Diagnóstico precoce e tratamento eficaz.



